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Depressão

Devido ao tabu e preconceito relacionado a depressão por tanto tempo, (que inclusive, ainda estamos lutando para quebrar) a desinformação ainda afeta grande parte da população no sentido do que realmente é, e qual o tratamento adequado.

Fatores genéticos, socioambientais, traumas, desregulação hormonal (falta de captação de serotonina, hormônio responsável pela alegria) e saturação de cortisol (hormônio do estresse) por muito tempo, podem levar ao quadro crônico de depressão.

Apesar de termos evoluído muito com o avanço da tecnologia e informação, ainda temos um longo percurso a percorrer. Precisamos falar sobre doenças psicológicas sem medo e sem vergonha, assim como, sobre seus tratamentos.

O tratamento se dá principalmente por dois polos, a psicoterapia e o acompanhamento psiquiátrico e medicamentoso.

Cada paciente é único e deve ser avaliado individualmente por um médico especialista na área, psiquiatra.

Psicoterapia: com o objetivo de trabalhar as causas emocionais e comportamentais que desencadeiam o transtorno, a psicoterapia tem papel fundamental no tratamento da depressão. No decorrer do tratamento, a pessoa passa a refletir sobre a raiz se seus medos e angústias, resinificando e se conhecendo de modo aprofundado, o que se reflete em sua maneira de pensar e se comportar, modificando seu quadro e estilo de vida.

Medicação: o médico psiquiatra avalia a necessidade de medicação. Os medicamentos têm papel essencial em alguns casos, pois atuam repondo neurotransmissores cerebrais como a serotonina e noradrenalina (responsáveis por sensações de bem-estar e humor).

A prevenção sempre será o melhor caminho, por isso, atitudes como:

Manter um estilo de vida saudável:

Ter uma dieta alimentar equilibrada e o mais saudável possível, evitando consumo de drogas lícitas ou ilícitas.

Praticar exercícios físicos regularmente;

Possuir hobbies e reservar momentos para lazer.

Prezar por uma rotina de sono regular.

E jamais interromper o tratamento sem orientação médica são maneiras de cuidar da sua saúde física e mental.

 Referências:

MORENO. Ricardo Alberto, MORENO, Doris Hupfeld e
SOARES, Márcia Britto de Macedo. Psicofarmacologia de antidepressivos. Revista brasileira de psiquiatria. Vol 21. São Paulo, 1999.

QUEVEDO. João, NARDI. Antonio Egídio e SILVA. Antonio Geraldo da. Depressão Teoria e Clínica. 2º Ed, Artmed, 2018.

 

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